Quando a Inseminação Artificial é indicada no lugar da FIV?
- fernanda imperial
- Feb 20
- 1 min read
Quando o casal inicia a investigação da infertilidade, uma das primeiras etapas é o espermograma. E é comum surgir a dúvida: “Se o sêmen não estiver perfeito, já precisamos partir para a FIV?”
A resposta é: nem sempre.
Segundo estudos, a Inseminação Artificial (IA) pode ser indicada quando há alterações leves a moderadas no sêmen, especialmente em casos de:
Baixa concentração leve
Motilidade discretamente reduzida
Alterações leves de morfologia
Fator cervical associado
Infertilidade sem causa aparente
Na inseminação, o sêmen é preparado em laboratório, selecionando os melhores espermatozoides, que são então introduzidos diretamente no útero no período ovulatório. Isso reduz barreiras naturais e aumenta a chance de encontro com o óvulo.
Já a FIV costuma ser indicada quando há:
Alterações moderadas a graves no sêmen
Baixa contagem importante
Motilidade muito comprometida
Falhas repetidas de inseminação
Fator tubário associado
O ponto-chave é que a escolha do tratamento depende da intensidade da alteração seminal, da idade da mulher e do tempo de tentativa.
Nem todo resultado alterado significa que a FIV é obrigatória; o tratamento deve ser individualizado, baseado em evidências e adequado à realidade do casal.
A melhor estratégia não é a mais complexa, é a mais indicada para o seu caso!
Dra. Fernanda Imperial | CRM 141770-SP




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